O projeto mudava o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), que proíbe brinquedos capazes de serem confundidos com armas de verdade. Bala Rocha argumentou que essa lei esquece o aspecto pedagógico da "banalização" da arma, "como se essa fosse permitida, aceita pela família e pela sociedade, como se fosse algo que faz parte da nossa cultura e não uma coisa altamente perigosa e destrutiva".
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Porém, o relator, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), acredita que, além de extrapolar o tema do Estatuto do Desarmamento ao atribuir-lhe uma missão educativa, o Estado não pode interferir em tudo, inclusive na esfera de decisão dos pais.
Leal afirma que o fato de crianças brincarem com réplicas de armas não fará delas delinqüentes. "Há outros fatores muito mais graves a serem considerados", disse. (grifo do Editor)
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo , já havia sido rejeitado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio . Como a Comissão de Segurança é a única outra que analisa o seu mérito, ele será arquivado, a menos que haja recurso para a sua análise no Plenário da Câmara.
OPINIÃO DO EDITOR: Este é o tipo de assunto que dá margem a muita discussão, argumentação e até briga. Concordo com o Deputado Hugo Leal quando diz que
E concordo ainda mais quando diz:"crianças brincarem com réplicas de armas não fará delas delinqüentes"
"Há outros fatores muito mais graves a serem considerados"
Fica aberta a discussão. Aguardo nossos membros e editores comentarem par responder.
Paulo


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